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mala feriasRosane Moreira e o filho Fabiano não estarão mais cruzando as rodovias de Áustria, Holanda e Bélgica em setembro. Desde o início de junho pesquisando preços de passagem para voar até a Europa, semana passada ela desistiu de procurar alguma promoção combatível com seu orçamento. Não está disposta a pagar R$ 17 mil pelos dois bilhetes e decidiu trocar a viagem à região por algum destino latino-americano. Resolveu deixar a cruzada europeia para o verão de 2018, para o qual, já sabe, terá que começar a se planejar agora a sua viagem. Uma pesquisa divulgada nos últimos dias aponta que as viagens ficarão até 4% mais caras no ano que vem.

A conclusão está no "2018 Global Travel Forecast", relatório sobre o mercado de viagens internacionais produzido pela consultoria Carlson Wagonlit Travel e pela GBTA Foundation. Segundo o estudo, passagens aéreas globais terão um aumento médio de 3,5%, enquanto que a hospedagem ficará em média 3,7% mais cara. Esses aumentos impactarão nos custos finais, tanto para viajantes independentes quanto para operadores e agências de viagem.

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A subida dos preços está relacionado à melhora da economia global e à crescente demanda, sugere o estudo. Outro fator que tornará o trabalho dos planejadores de viagem mais complexo - e, portanto, mais caro - é o aumento da instabilidade geopolítica em diversas partes planeta, tanto em mercados emergentes quanto nos Estados Unidos e Europa. Entre os fatores específicos, o aumento do preço bruto do petróleo impacta nas tarifas aéreas e a construção de novos hotéis e a consolidação, ou não, de modelos alternativos de hospedagem, refletem nos novos preços da hotelaria.

ESTUDO MOSTRA AMÉRICA LATINA MAIS EM CONTA

América Latina e Caribe terão aumentos menos significativos de preços, ou seja, representam uma opção de viagem mais econômica. As passagens aéreas na região devem aumentar apenas 0,3%, resultado de uma combinação de aumento no número de voos (de 20% até 2019), melhor posicionamento de companhias aéreas de baixo custo e a chegada de aeronaves mais eficientes. Na hotelaria, as tarifas devem cair 1,2%, puxadas sobretudo pelas quedas previstas no Brasil (-8,7%) e na Argentina (-2,7%). Na outra ponta da gangorra, Peru e Chile terão altas substanciais: 7,7% e 5,5%, respectivamente.

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Para o outro lado do Atlântico, o estudo aponta aumento de tarifas aéreas em 5,5% na Europa Ocidental, 7,1% na Europa Oriental e 3% na África. Na América do Norte, o aumento previsto de 2,3% nos preços dos bilhetes aéreos é considerado modesto, e um dos motivos é a forte concorrência que as empresas canadenses têm causado nas dos Estados Unidos. Já a crescente demanda doméstica chinesa deve puxar para 2,8% o aumento nas passagens da região Ásia-Pacífico.

Na hotelaria, as tarifas podem ficar 6,6% mais caras na Europa Ocidental e 6,3% na Europa Oriental, com picos nos hotéis noruegueses (14%) e russos (11,9%), estes por causa da Copa do Mundo de 2018. Em compensação, o valor das diárias no Oriente Médio e na África deve subir apenas 0,6%.

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