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Diabetes: Surgimento da doença é maior durante inverno - Tipos
Escrito por @divicity   
Ter, 25 de Agosto de 2009 12:22
Índice do Artigo
Diabetes: Surgimento da doença é maior durante inverno
Definição
Características
Tipos
Incidência
Diagnóstico
Sintomas
Prevenção
Tratamento
Cuidados Especiais
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Tipos

Diabetes tipo 1 (diabetes insulino-dependente)
De 5% a 10% dos casos de diabetes são do tipo 1, que começa mais freqüentemente na infância e adolescência (no passado era chamado de “diabetes juvenil”), mas, na verdade, pode surgir em qualquer idade.
Os indivíduos com esse tipo de diabetes são chamados insulino-dependentes, porque não sobrevivem se não receberem a reposição de insulina por meio do medicamento. A insulina somente é administrada sob a forma injetável, pois seria destruída pelos ácidos do estomago se ingerida por via oral.
O diabetes tipo 1 é causado pela destruição das ilhotas pancreáticas por anticorpos gerados contra elas pelo próprio organismo. O motivo ainda não está completamente elucidado, mas sabe-se que há uma predisposição genética segundo a qual o sistema imunológico (sistema de defesa) reage de forma anormal a estímulos externos e começa a produzir os anticorpos contra as ilhotas. Os estímulos externos capazes de iniciar a reação com o sistema imunológico doente também não estão ainda definidos; pesquisa-se muito a respeito de vírus, de certas substâncias presentes no meio ambiente etc.
Diabetes tipo 2 (não insulino-dependente)
É a forma mais comum de diabetes, presente em cerca de 90% dos casos. Seu início se dá geralmente em adultos (mas não necessariamente), com muito mais freqüência em pessoas obesas e forte influência da hereditariedade. Nesses casos, o problema principal não começa pela escassez de insulina, mas por sua dificuldade em estimular os receptores celulares. A obesidade é a situação mais comum em que ocorre essa dificuldade na interação da insulina com seus receptores, daí a propensão dos obesos para desenvolver esse tipo de diabetes.

 

O diabetes tipo 2 não é, contudo, causado somente pelos problemas de má adaptação entre a insulina e seus receptores. Se fosse assim o pâncreas compensaria a dificuldade produzindo mais e mais insulina, até que a “resistência” dos receptores fosse vencida. Também não se sabe ainda exatamente por que, mas sempre há, nesse tipo de diabetes, a coexistência de um defeito na produção da insulina – quer na velocidade em que ela é secretada pelas ilhotas quando há uma demanda, quer na quantidade secretada propriamente dita, que pode ser insuficiente em relação às necessidades do organismo. Além disso, o defeito na secreção da insulina vai geralmente progredindo com o tempo, de tal forma que, alguns anos após seu início, pode realmente haver uma insuficiência quantitativa (além da qualitativa).


A reposição de insulina por meio de medicamento, como ocorre no diabetes tipo 1, não é vital no tipo 2. Na verdade, a maioria dos indivíduos com o tipo 2 não precisa ser tratada com insulina no início do quadro, bastando dieta, exercícios físicos e eventualmente uma medicação oral. Daí a designação “não insulino-dependente”. Porém, há casos de pacientes que, na evolução da doença, precisarão tomar insulina para atingir um grau de compensação adequado, em virtude do caráter progressivo do defeito na secreção da insulina pelo pâncreas.


Outros tipos de diabetes


Além dos dois tipos mais comuns, há tipos mais raros de diabetes.


Um deles é o diabetes gestacional, muito semelhante ao tipo 2, mas que ocorre exclusivamente durante a gestação, revertendo-se após o parto. Sua importância reside no fato de que, se não diagnosticado ou não tratado adequadamente, pode acarretar sérios problemas para o feto,e até sua morte. Outro fato importante em relação ao diabetes gestacional é que a mãe, embora fique curada após o parto, tem um risco muito maior de desenvolver futuramente um diabetes tipo 2 e precisa, portanto, manter-se sob vigilância médica.


A causa do diabetes gestacional é a incapacidade das ilhotas pancreáticas em produzir insulina suficiente para fazer face à demanda aumentada que ocorre durante a gestação, em virtude da produção, pela placenta, de uma quantidade maior que a normal de hormônios antagonistas da insulina. O tratamento é feito com dieta e insulina, já que os medicamentos orais para diabetes não devem ser usados durante a gestação.


Existe também o diabetes secundário, causado por doenças do órgão pancreático que levam à sua total destruição – como ocorre em certas pancreatites, tumores pancreáticos etc. – ou por outras doenças glandulares em que haja aumento da secreção de hormônios antagonistas da insulina. Exemplos destas últimas são acromegalia (doença da glândula hipófise caracterizada pelo excesso do hormônio somatotrofina) e a doença de Cushing (na qual as glândulas supra-renais fabricam excesso de cortisona). O diabetes secundário pode também, obviamente, ser causado pela ingestão desses hormônios antagonistas da insulina sob a forma de tratamentos, caso da cortisona e seus derivados. A lista dos medicamentos com potencial “diabetogênico” é grande e inclui, além dos corticóides, os anticoncepcionais ou quaisquer medicamentos à base de estrógenos e progesterona (hormônios femininos), diuréticos (raramente), alguns anticonvulsivantes, alguns descongestionantes nasais, certas fórmulas para emagrecer, hormônios tiroidianos em excesso etc.

 

 



 

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