| Arranca da garganta |
| Escrito por Marielle Zum Bach |
| Seg, 29 de Março de 2010 10:30 |
como não posso cometer os erros que, por outros foram cometidos na mesma proporção e eu, por calada, não contestei? não vou mais tentar me explicar, tentar me justificar ou atenuar a situação. cansei. quero gente que me faz bem, e ele tá me fazendo bem. qual o problema nisso? todos sabemos a grande diferença entre os itens dos versos medievais: "cantiga de amor, cantiga de amigo e cantiga de escárnio e maldizer" não esperava de você, aprovação ao meu homem da vez, você que nunca aprovou sequer um. talvez as outras tivessem sido falsas e também não tenham aprovado. agradeço a você pela sinceridade, sempre. é sua maior qualidade. mas a coisa só tem valor quando fica rala, rala. e sua desaprovação quanto a qualquer coisa que faço já está tão saturada que virou lugar comum. provavelmente a que mais tem meu amor, e provavelmente a que mais me quer bem, há sei lá, quatro anos? para mim parecem mais de mil. nos conhecemos como ninguém e nossa amizade é peça rara. coisa em que hoje em dia não se esbarra por aÃ... mas não é de hoje. tem tanta coisa, mas tanta coisa entalada. e se um amigo te faz mais chorar do que sorrir, tem alguma coisa estranha com tudo isso. ainda que seja a verdade. a mais pura verdade, não preciso disso agora. e muito menos consigo lidar com esse tipo de situação. tá bom, preciso de um pé no chão e de alguém para dizer quando o corte de cabelo não está legal (metaforicamente). mas à s vezes, preciso de alguém que voe comigo. estarei aqui, de asas abertas. mas não quero mais que nelas você taque fogo.  Siga a Marielle no Twitter: @mariellezumbach |